Naquela manhã, ele viu
Acordou como sempre. A mesma janela,a mesma rua,o mesmo sol. Mas naquela manhã,viu. Viu o degraupor onde passaracentenas de vezes. Não era alto. Para ele. Viu o meio-fioe imaginou uma rodatentando atravessá-lo. Viu o piso tátilterminar diante de um poste. E perguntou: conduzia para onde? Uma senhora, apoiada numa bengala,parou diante de uma porta.Calculou o …





